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Uma etapa longa!

Esta é uma etapa longa. Se pretender encurtar o dia de caminhada, chame um táxi, e opte por iniciar/terminar o percurso na aldeia da Zambujeira (a 4 km da Rota) e/ou na Ponte do Sol Posto. Siga as dicas que lhe deixamos.

Território de javalis

O javali é essencialmente crepuscular e noturno, mas pode encontrar  sinais da sua presença. As fuçadas são revolvimentos de terra que o javali faz à procura de bolbos e tubérculos. Os espojadouros são sítios enlameados onde gosta de se esfregar.

Ribeira do Torgal

A Ribeira do Torgal é um dos principais afluentes do Rio Mira. Neste percurso irá caminhar durante cerca de 10 km nas suas imediações, ao longo de uma extensa galeria ripícola e cruzar ainda a Ribeira de Vale de Ferro e da Capelinha.

Escalo-do-mira

Os pegos, troços da ribeira que permanecem com água no Verão e que vai encontrar ao longo deste percurso, são essenciais à sobrevivência do escalo-do-mira. Trata-se de uma espécie endémica da bacia do Rio Mira, sendo este o único sítio do mundo onde podemos encontrar este pequeno peixe.

Pego das Pias

Fazendo um desvio de 1 km do itinerário principal chega ao Pego das Pias, um dos ex-líbris da região. Este é um local mágico, ideal para uma pausa e um piquenique. Deixe este lugar limpo e ajude-nos, levando o lixo que encontrar.

Caminho Histórico


 

S. Luís » Odemira

25 km

 
 
 

Esta é a etapa da água, onde se desvenda um Alentejo diferente, verde e vibrante de vida, com pegos e ribeiras refrescantes, a Ribeira do Torgal como protagonista e uma floresta viva, com abundância de espécies valiosas que cobrem as margens das linhas de água como salgueiros, amieiros ou freixos.

 



 
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A primeira parte do percurso faz-se por campos agrícolas, montados e matos. As aves e os mamíferos abundam neste território onde o Homem e os animais selvagens coexistem mais ou menos pacificamente. Encontrará decerto sinais da presença do javali, que é comum nesta região.

As aves insectívoras voam irrequietas de árvore em árvore, fazendo uma limpeza gratuita e eficaz das pragas da floresta. Há anos em que a meteorologia não ajuda ao sucesso das ninhadas dos chapins, trepadeiras e felosas. A falta destes cuidadores das árvores dá sinais evidentes, como a desfoliação dos sobreiros.

A segunda metade do percurso acompanha parte da belíssima ribeira do Torgal, o principal afluente do Mira. O Pego das Pias é um sítio de uma beleza única e onde apetece ficar, dentro ou fora de água. Sempre que passar por este lugar tão especial tenha o cuidado de não deixar lixo e de preservar o espaço envolvente. Nas margens e nos matos adjacentes, encontram-se dezenas de plantas aromáticas e medicinais, como a flor de carqueja na Primavera, orégãos no Verão e espargos no Outono.

A chegada a Odemira faz-se com vistas sobre o rio Mira que serpenteia e ornamenta a paisagem no seu curso em direcção a Vila Nova de Milfontes.

 

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Dicas


Abastecimento durante o percurso

Ao km 11, encontra assinalado um desvio de 3.5 km até às aldeias da Zambujeira e Castelão. Tenha em conta que ao optar por se deslocar até estas aldeias, acrescentará 7 km a uma etapa de 25 km!

Este percurso não está marcado. Descarregue o track em GPX KMZ.


Se pretender encurtar a caminhada damos duas dicas:

De S. Luís

Apanhe um táxi até à aldeia da Zambujeira/Castelão, 5 km a sul pela EN120. Daqui, siga inicialmente por estrada asfaltada e depois em terra batida até se cruzar com a Rota Vicentina (4 km), numa ponte de cimento sobre a Ribeira do Torgal. Estará a 14 km de Odemira. Total: 18 km. (Atenção que este percurso não está marcado. Descarregar track em GPX KMZ)

De Odemira

Apanhe um táxi até à Ponte do Sol Posto (5 km) e peça para sair na cortada de terra batida que encontra à sua direita, 400 m antes da ponte. Siga pelo caminho até encontrar as marcas. Está a 19 km de S. Luís. Pode ainda combinar as duas sugestões e encurtar ainda mais a caminhada.

 
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Onde Começar

S. Luís:

Junto à paragem de autocarros na N120 que atravessa S. Luís, em direcção à Garatuja e Cova da Zorra.

Odemira:

Junto às bombas de gasolina e à rotunda com a escultura do chaparro em ferro, perto do rio, em direcção ao Centro de Saúde.

Ficha Técnica

GRAU DE DIFICULDADE: ALGO DIFíCIL
EXTENSÃO: 25 KM
DURAÇÃO APROXIMADA: 8 HORAS
SUBIDA ACUMULADA: 274 M
DESCIDA ACUMULADA: 436 M
ALTITUDE MÁXIMA: 174 M
ALTITUDE MÍNIMA: 7 M
ÉPOCA ACONSELHADA:
SETEMBRO A JUNHO
 
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Avisos Importantes

Uma etapa longa!

Esta é a etapa mais longa do Caminho Histórico. Para quem possa não estar habituado a caminhar o dia inteiro, 25 km é um desafio.

 
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REGRAS E RECOMENDAÇÕES

A CIRCULAÇÃO DE VIATURAS MOTORIZADAS COLOCA OS CAMINHANTES EM RISCO
EVITE FAZER O CAMINHO HISTÓRICO DE MOTO OU JEEP, ESTUDE ALTERNATIVAS
NÃO FAÇA FOGO
VÁRIAS QUINTAS E REBANHOS SÃO PROTEGIDOS POR CÃES, CIRCULE COM PRECAUÇÃO.
CUIDADO COM O GADO. EMBORA MANSO, NÃO GOSTA DA APROXIMAÇÃO DE ESTRANHOS ÀS SUAS CRIAS.
OS CAMINHOS ATRAVESSAM PROPRIEDADES PRIVADAS, RESPEITE-AS E FECHE SEMPRE PORTÕES E CANCELAS.
FRACO APOIO DE SERVIÇOS TURÍSTICOS AO LONGO DA ETAPA. LEVE SEMPRE ÁGUA E MANTIMENTOS.
EM ALGUMAS SITUAÇÕES TERÁ QUE ATRAVESSAR ESTRADAS ASFALTADAS, TENHA ATENÇÃO
ENCONTRARÁ VÁRIOS LOCAIS IDEAIS PARA UM PIQUENIQUE, CARREGUE SEMPRE O LIXO CONSIGO.
SEJA AFÁVEL COM OS LOCAIS, APRESENTE O SEU PROPÓSITO E APROVEITE PARA PARTILHAR EXPERIÊNCIAS.
 




 

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