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Miradouro da Torre de Aspa

Por volta do km 4, siga a indicação “Torre de Aspa”, fazendo um desvio de 1.5 km até ao antigo Posto da Guarda Fiscal. Está numa zona de falésias monumentais e daqui poderá apreciar outra das vistas emblemáticas da Costa Vicentina.

Trilho dos Pescadores

Aproveite o Circuito Praia do Telheiro para chegar bem perto das falésias e apreciar em pleno a chegada ao Cabo de S. Vicente. Se optar por fazer este percurso, a etapa mantém um total de 14 km. Tenha em atenção que este é um percurso difícil!

Fenómeno natural

Ornitólogos e birdwatchers são atraídos a Sagres pela migração outonal de aves planadoras e de aves marinhas, que chegam a ultrapassar os 5000 indivíduos de mais de 300 espécies. Uma ave que não é migradora mas que merece lugar de destaque é a gralha-de-bico-vermelho.

Terra de peregrinação

O termo Sagres parece estar ligado ao carácter sagrado que tinha no passado, como lugar de peregrinação de fiéis de várias religiões ao longo dos tempos. Sobre a falésia, o peregrino actual, como o do passado, tem uma sensação de proximidade com o oceano e com o céu em simultâneo.

Finisterra

Neste dia chegará ao Cabo de S. Vicente, o local mágico e mítico que assinala o final desta travessia ao longo da Rota Vicentina. Estará no ponto mais a sudoeste da Europa Continental, onde diariamente se cumpre a tradição de ver o espectáculo do pôr-do-sol…e aplaudir.

Caminho Histórico


 

Vila do Bispo » Cabo de S. Vicente

14 km

 
 
 

Neste dia caminha em direcção ao ponto mais a Sudoeste da Europa, um local mágico onde ecoam as vozes de peregrinos e navegadores. Falésias monumentais, panorâmicas arrebatadoras sobre a costa e um palco privilegiado para o fenómeno natural da migração outonal de aves planadoras.

 



 
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Neste percurso a falésia, muito alta, proporciona perspetivas únicas. Ornitólogos e birdwatchers são atraídos a Sagres pela migração outonal de aves planadoras e de aves marinhas, que chegam a ultrapassar os 5000 indivíduos de mais de 300 espécies.

De facto, podem encontrar-se águia-calçada, o milhafre-preto, o bútio-vespeiro, a águia-cobreira, o gavião, o milhafre-real, o francelho, a ógea, o falcão-da-rainha, a cegonha negra e diferentes espécies de abutres. Mais raras, surgem por vezes a águia imperial e águia real. Em Outubro, também algumas aves marinhas podem ser facilmente observadas, como a cagarra, o alcatraz, o moleiro, o garajau e a gaivina.

A vegetação continua a ser protagonista neste percurso pelo alto da falésia. Atravessa-se a Reserva Biogenética de Sagres, um santuário para os botânicos, pelas plantas raras dos solos calcários, pelas espécies únicas no mundo ou pelas que se pensavam extintas e voltaram a aparecer por aqui. Os matos são dominados pelo tojo-do-sul, urzes, cardos, Lithodora lusitanica, alecrim, violetas, tomilhos e jacintos.

Estará prestes a concluir a Rota Vicentina, mas antes passará pela área denominada de Vale Santo, que foi durante séculos palco de peregrinações de devotos de S. Vicente, cuja viagem culminava no mosteiro que existia onde agora se localiza o farol.

 

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Dicas


Termine esta etapa junto ao mar

Aproveite o Circuito Praia do Telheiro para apreciar em pleno a chegada ao Cabo de S. Vicente. Entre a Ponta Ruiva e a Pedra das Gaivotas, é este o percurso com a certificação “Leading Quality Trails – Best of Europe”. A etapa mantém um total de 14 km.

Vento forte

Esta é uma região particularmente ventosa. Opte por fazer esta etapa no sentido norte-sul, a probabilidade de ter o vento pelas costas é bem maior. 


Cabo de S. Vicente - Sagres: 6 km

Do farol até à vila de Sagres, são 6 km. Reserve energias para uma caminhada fácil ao longo da estrada. Em alternativa opte por um táxi.

 
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Onde Começar

Vila do Bispo:

Junto à Igreja Matriz, seguindo em direcção à rotunda perto da estrada de acesso às praias do Castelejo e Cordoama, onde deverá seguir pela esquerda.

Cabo de S. Vicente:

No Farol do Cabo de S. Vicente, seguindo pela estrada asfaltada até encontrar a indicação de mudança de direcção, à esquerda, rumo a Vale Santo.

Ficha Técnica

GRAU DE DIFICULDADE: ALGO DIFÍCIL
EXTENSÃO: 14 KM
DURAÇÃO APROXIMADA: 4 HORAS
SUBIDA ACUMULADA: 96 M
DESCIDA ACUMULADA: 103 M
ALTITUDE MÁXIMA: 152 M
ALTITUDE MÍNIMA: 51 M
ÉPOCA ACONSELHADA:
SETEMBRO A JUNHO
 
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Avisos Importantes

Leve água e mantimentos

Com excepção do troço final, à chegada ao Farol, não irá encontrar qualquer ponto de abastecimento durante o percurso. Deve levar água (1.5 L mínimo) e mantimentos suficientes.

 
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REGRAS E RECOMENDAÇÕES

A CIRCULAÇÃO DE VIATURAS MOTORIZADAS COLOCA OS CAMINHANTES EM RISCO
EVITE FAZER O CAMINHO HISTÓRICO DE MOTO OU JEEP, ESTUDE ALTERNATIVAS
NÃO FAÇA FOGO
VÁRIAS QUINTAS E REBANHOS SÃO PROTEGIDOS POR CÃES, CIRCULE COM PRECAUÇÃO.
CUIDADO COM O GADO. EMBORA MANSO, NÃO GOSTA DA APROXIMAÇÃO DE ESTRANHOS ÀS SUAS CRIAS.
OS CAMINHOS ATRAVESSAM PROPRIEDADES PRIVADAS, RESPEITE-AS E FECHE SEMPRE PORTÕES E CANCELAS.
FRACO APOIO DE SERVIÇOS TURÍSTICOS AO LONGO DA ETAPA. LEVE SEMPRE ÁGUA E MANTIMENTOS.
EM ALGUMAS SITUAÇÕES TERÁ QUE ATRAVESSAR ESTRADAS ASFALTADAS, TENHA ATENÇÃO
ENCONTRARÁ VÁRIOS LOCAIS IDEAIS PARA UM PIQUENIQUE, CARREGUE SEMPRE O LIXO CONSIGO.
SEJA AFÁVEL COM OS LOCAIS, APRESENTE O SEU PROPÓSITO E APROVEITE PARA PARTILHAR EXPERIÊNCIAS.
 




 

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