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Guia de Ajuda


 

A Rota Vicentina está integralmente sinalizada, nos dois sentidos, e dividida em etapas que oscilam entre os 15 km e os 25 km, para além de oferecer 8 Percursos Circulares com a duração de apenas meio dia. Estas etapas são meras sugestões, pelo que pode optar por saltar entre localidades e alojamentos ou escolher um ponto a partir do qual explora os caminhos da Rota.

A rede de empresas parceiras do projecto conhece bem o percurso, opções de transporte disponíveis e todos os detalhes para lhe dar apoio na organização e gestão da sua estadia na região e na Rota Vicentina.

Tudo o que precisa para planear a sua visita à Rota Vicentina nos links em baixo:

  • MAPA E GUIA DE CAMPO EM PAPEL
    Estas são ferramentas úteis para planear a sua travessia, saber os pontos onde o trilho se cruza com as estradas, calcular distâncias até aos alojamentos e levar toda a informação no bolso. Preencha o formulário, faça o pagamento por PayPal, cartão de crédito ou transferência bancária e receba Mapas e Guias em casa!
  • COMO CHEGAR E DESLOCAR-SE NA REGIÃO
    Dicas para chegar de carro, autocarro e comboio e deslocar-se na região de transporte público.
  • TRANSFERES DE BAGAGENS E PASSAGEIROS
    Recorra aos nossos Transportes parceiros se necessita de alugar um carro ou de táxi ou transfere para transporte de passageiros ou bagagens. Consulte a Tabela de Distâncias para conhecer as distâncias e o custo esperado de táxi entre as principais localidades na região.
  • ONDE CAMINHAR:
    Conheça o Caminho Histórico, o Trilho dos Pescadores e os Percursos Circulares e escolha a zona onde pretende caminhar. Se o tempo não der para tudo, não se preocupe, é porque tem uma boa desculpa para regressar e explorar mais da Rota Vicentina.
  • ONDE FICAR:
    Uma lista com todos os alojamentos associados ao projecto e um motor de pesquisa para reservar directamente connosco. Recomendamos que planeie a sua viagem e reserve antecipadamente o seu alojamento, de forma a evitar problemas devido a falta de disponibilidade.
  • TRIP PLANNER:
    Faça uma pesquisa através do nosso planeador e veja as propostas que temos especialmente ajustadas à duração da sua estadia e ao seu perfil de caminhante.
  • MAPA INTERACTIVO:
    Veja de forma intuitiva todos serviços turísticos à sua disposição e a sua localização relativamente aos trilhos.
  • PROGRAMAS ROTA VICENTINA:
    Propostas de férias na região onde tudo está pensado e estruturado para que tenha apenas de concentrar-se em aproveitar a viagem
  • CONTACTE UM ESPECIALISTA:
    As Agências de Viagem e Operadores Turísticos parceiros da Rota Vicentina são empresas especializadas na organização de viagens com tudo incluído. Pode ainda escolher entre diferentes Actividades como: burros de carga, passeios a cavalo, guias experientes, passeios temáticos, aluguer de bicicletas ou apoio logístico para a sua caminhada.
  • RESTAURANTES E COMÉRCIO LOCAL:
    Saiba o que deve aproveitar durante a sua estadia, mesmo antes de cá chegar.
  • DOWNLOADS:
    Tudo o que precisa num só local: tracks GPS, descrições de etapa, excertos de mapas, etc

 


Se depois de explorar esta informação ainda restarem dúvidas, procure em baixo a resposta às suas questões:


1. Quando percorrer a Rota Vicentina

Toda a época de Verão e em particular os meses de Julho e Agosto, não é a época aconselhada para caminhar. Está muito calor, com temperaturas no interior a subir acima dos 30º. As praias cheias não permitem desfrutar da beleza pura e selvagem da região. Os alojamentos obrigam a estadias mínimas de vários dias e as tarifas são mais altas.

Os meses de Outono são geralmente muito amenos, com agradáveis temperaturas no mar e uma diminuição drástica na intensidade do vento. A partir do mês de Setembro, terá ainda muitas oportunidades para ir a banhos e irá experienciar uma região desafogada, depois da azáfama do Verão.

No Inverno as temperaturas não descem abaixo dos 11º C durante o dia, sendo geralmente o período mais chuvoso do ano. Recomendamos vivamente que verifique as previsões meteorológicas perto da data de chegada à região e traga equipamento apropriado para a estação do ano (botas e casaco impermeável).

A partir de Março os dias solarengos intercalam com dias de aguaceiros e as temperaturas começam a subir. A paisagem renascida e a intensidade das cores e dos aromas, fazem da  Primavera uma das melhores épocas do ano para visitar a região.

2. Onde posso adquirir mapas e guias do percurso, em papel?

Estão disponíveis Mapas à escala de 1:55 000 com o detalhe do percurso e os recursos turísticos associados à rede Rota Vicentina, bem como Guias com descrições do percurso e informações acerca da região e do projecto.

Este material pode ser obtido directamente através da Associação Rota Vicentina e na região, em alguns Postos de Turismo e junto da rede de parceiros.

3. Onde posso encontrar o alojamento disponível ao longo do percurso?

Consulte a secção Alojamento, onde encontra as empresas parceiras do projecto. Ao reservar connosco, está a garantir o seu contributo e a qualidade do nosso trabalho. A sua escolha faz toda a diferença!

Na página de cada alojamento pode facilmente aceder ao Mapa Interactivo e ver a localização exacta do alojamento face ao traçado da Rota Vicentina. Outra opção é seguir as nossas sugestões nas páginas de cada etapa e escolher entre os alojamentos mais perto. Em alternativa explore o Mapa Interactivo, de onde é possível aceder a toda a oferta turística disponível.

Recomendamos especial atenção à caracterização que preparámos, nomeadamente no que se refere a estadias mínimas, línguas faladas, serviços e extras, sugestões de programas, calendário de abertura, etc., para que encontre exactamente aquilo que procura. Conte também com serviço de transferes de passageiros e bagagens disponibilizado por alguns alojamentos, opção que deverá ser solicitada no momento da reserva.

Se não encontrou o que procura, poderá obter uma lista de todos os alojamentos licenciados na região, por Concelho, disponível no site de cada um dos 5 municípios do Sw de Portugal, com indicação dos contactos e site, para reservas e outras informações: Sines, Santiago do Cacém, Odemira, Aljezur Vila do Bispo.

4. Convém reservar com antecedência, ou posso decidir a cada dia onde ficar?

A nossa recomendação é que planeie a sua viagem com antecedência e faça a reserva antecipada, de forma a evitar ficar sem alojamento.

Contacte os nossos alojamentos parceiros directamente, estará a contribuir para o projecto Rota Vicentina e pode inclusive solicitar serviços extra como transferes, piqueniques, refeições ou qualquer outra necessidade especial.

5. Como posso encontrar o caminho mais curto para o alojamento escolhido?

Se pretende caminhar directamente até determinado alojamento terá que entrar em contacto com essa unidade e solicitar o track GPS de ligação, caso o mesmo esteja disponível. Em alternativa deverá estudar o itinerário, ou adquirir um mapa, preparando você mesmo o caminho a seguir até lá chegar.

Em alternativa, solicite um serviço de transfere ao alojamento ou através de um táxi parceiro.

6. É fornecido o serviço de transfere de bagagens e passageiros?

Sim. A maioria dos alojamentos disponibiliza o serviço de transfere de bagagens e passageiros, por meios próprios ou através de Transportes Parceiros, pelo que necessita apenas de solicitar este serviço no momento da reserva.

Pode também solicitar o serviço directamente aos Transportes Parceiros da Rota Vicentina.

7. Posso acampar ao longo do percurso?

Não. O Trilho dos Pescadores está integralmente inserido dentro do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, pelo que é proibido acampar e pernoitar, fazer fogo, deixar lixo, recolher plantas, amostras geológicas ou fazer quaisquer outras actividades que perturbem a natureza e o espaço envolvente. Seja consciente e respeite esta regra.

No Caminho Histórico, não existem actualmente espaços definidos para acampar, pelo que deverá obter autorização do proprietário do local se estiver a planear montar a tenda.

Na região, os Parques de Campismo estão todos junto à costa, pelo que se pretende fazer a Rota Vicentina a acampar, deverá planear a caminhada conforme a sua localização.

Nota: uma vez que nem todos os Parques de Campismo existentes na região integram a Nossa Oferta, terá que fazer uma pesquisa na internet para conhecer as opções disponíveis. Siga as dicas que lhe deixamos na questão 3.

8. Posso utilizar a rede de transportes públicos existentes na região?

Uma vez que a rede de transportes públicos regionais não responde à maioria das necessidades, considere utilizar a rede nacional de expressos para se deslocar, ou traga o carro, regressando ao local de partida de transfere (fale com o seu alojamento). Em alternativa combine com amigos ou família, traga dois carros e deixe um no início e outro no ponto de chegada.

Conte ainda com os nossos táxis parceiros (+/-1€/km incluindo ida e volta). A Tabela de Distâncias Rota Vicentina é uma ferramenta útil, que lhe permite ter uma noção das distâncias e custos entre os principais pontos na região e organizar as suas deslocações.

Não deixe no entanto de consultar as indicações em Como Chegar.

Alguns aspectos a ter em conta:

Os locais de aquisição de bilhetes nem sempre são evidentes (cafés, lojas..), pelo que terá de se informar localmente, sendo por vezes necessário fazê-lo com um dia de antecedência. No caso da Rede Expressos, poderá também ter dificuldade em comprar o bilhete directamente no autocarro.

Os Expressos que atravessam a região com origem/destino Lisboa, permitem a ligação entre duas localidades próximas, no entanto terá que pagar uma tarifa elevada para a duração da viagem, por se tratar de um linha nacional e não regional.

Ao fazer a sua pesquisa de horários de autocarros na internet, tenha em conta que apenas são disponibilizados horários com 14 dias de antecedência da data da viagem. Veja qualquer outra data coincidente com o dia da semana em que vai viajar e veja os horários disponíveis.

9. A Rota Vicentina pode ser feita de bicicleta?

O Trilho dos Pescadores não é ciclável. Além de impossível, é perigoso e proibido. A proximidade das falésias, o piso com mais de 70% em areia solta e a natureza estreita dos trilhos, vai obrigá-lo a carregar a bicicleta às costas e a pisar a vegetação, na tentativa vã de progredir mais uns metros. A juntar a estes alertas que se prendem com o usufruto consciente e em segurança do Trilho dos Pescadores, junta-se o facto de não ser não permitido, pelas leis do Parque Natural, circular fora de caminhos existentes (pistas de terra batida), onde se incluem os trilhos de pé posto que formam a rota costeira da Rota Vicentina.

Os únicos troços que poderão ser percorridos de bicicleta são o Circuito Pontal da Carrapateira (com execepção da vereda junto à Praia da Bordeira) e entre o Farol do Cabo Sardão e a Entrada da Barca, na parte sul da etapa Almograve » Zambujeira do Mar. Na descida para o portinho de pesca terá que carregar a bicicleta às costas, por uma vereda íngreme. Em alternativa faça o desvio em direcção ao Touril até se cruzar com a estrada asfaltada. Vire à direita, em direcção à Entrada da Barca. Daqui até à Zambujeira do Mar também é ciclável.

O Caminho Histórico é totalmente ciclável, de BTT. É importante sublinhar este aspecto, porque caso pretenda fazer o percurso com outro tipo de bicicleta irá encontrar grandes dificuldades, dada a irregularidade e dureza do piso. De BTT, conforme o grau de preparação e o objectivo traçado, poderá fazer entre duas a quatro etapas por dia, numa distância que oscila entre os 40 e os 80 km/dia. Na região é difícil obter assistência técnica em todas as localidades, mas pode contar com apoio em Santiago do Cacém, Boavista dos Pinheiros, S. Teotónio, Lagos e Portimão.

Atenção! Ao percorrer a Rota Vicentina de BTT, seja cauteloso dentro das localidades, em zonas do trilho com curvas fechadas e em dias de pouca visibilidade, para evitar colisões – poderão vir caminhantes ou viaturas em sentido contrário. Também se poderá cruzar com gado, ou cavaleiros e assustar os animais, o que é potencialmente perigoso para todos os intervenientes.

Se pretende transportar a bicicleta de volta depois de percorrer o Caminho Histórico, poderá fazê-lo de táxi, comboio ou autocarro.

As empresas de transporte rodoviário Rede Expressos e EVA Transportes permitem o transporte de bicicletas, desde que "devidamente acondicionadas num saco ou caixa de cartão", sendo que a bagagem de qualquer passageiro não deverá ultrapassar os 20 kg. Se ultrapassar este peso, terá que pagar pelo excesso de carga.

Também é possível transportar bicicletas no comboio, com a CP. Para conhecer as condições gerais deste serviço, consulte as regras aqui.

Nota: esta informação não dispensa o contacto directo com as empresas de transporte mencionadas para conhecer com maior detalhe as condições específicas para o serviço de transporte de bicicletas.

10. Quantos dias necessito para percorrer toda a Rota Vicentina?

A Rota Vicentina está dividida em etapas, desenhadas para serem concluídas num dia de marcha e que variam entre 15 e 25 km. Ao fazer uma etapa por dia, necessitará de tantos dias quanto o número de etapas que formam a Rota Vicentina.

O Caminho Histórico é composto por 11 etapas entre Santiago do Cacém e o Cabo de S. Vicente, mais uma etapa de ligação com o Trilho dos Pescadores, a norte, entre o Cercal do Alentejo e Porto Covo – o que corresponde a 12 dias de marcha linear.

O Trilho dos Pescadores é composto por 4 etapas lineares entre Porto Covo e Odeceixe – o que corresponde a 4 dias de marcha – e 5 circuitos complementares no Algarve, que poderão ser combinados com as etapas do Caminho Histórico a Sul.

Tem ainda à sua escolha 5 Percursos Circulares, que correspondem a meio dia de caminhada cada e que pode usar para estender a sua estadia na região.

A contagem final dos dias, dependerá do somatório de etapas, circuitos e percursos percorridos e dos ganhos ou perdas resultantes de ter estendido ou encurtado os seus dias de caminhada.

11. Há caminhadas organizadas e/ou empresas que ofereçam esse serviço?

Pode contar com empresas que organizam as suas férias de caminhada, que constituem grupos entre pessoas, que podem nem se conhecer, para partilharem o custo de um guia, tratando de toda a logística de transferes, refeições, e que no fundo se responsabilizam por toda a sua estadia.

Na área de Agências de Viagem e Operadores Turísticos encontra empresas especializadas na organização de viagens com tudo incluído. Conheça também os Programas Rota Vicentina e consulte a nossa lista de Actividades, contactando as empresas que oferecem serviço de guias e de caminhadas organizadas. Alguns alojamentos prepararam programas de caminhada combinados com estadia, que pode conhecer na página de cada alojamento.

A Rota Vicentina não é uma empresa de animação turística, pelo que a sua vocação não é a organização de actividades com carácter comercial, mas antes a criação e manutenção dos caminhos e a organização da rede de prestadores de serviço para que esteja cada vez mais adaptada às necessidades deste mercado.

Prevemos no entanto organizar caminhadas de sensibilização, dirigidas às populações e instituições locais, no âmbito do projecto. Fique atento à nossa página Facebook e na altura, se pretender caminhar connosco, terá apenas que fazer a sua inscrição.

12. A Rota Vicentina é para pessoas de todas as idades e condições físicas?

Sim e não. A Rota Vicentina é um percurso acessível a quase todas as pessoas, na medida em que os trajectos não apresentam um grau de dificuldade elevado, sendo o maior desafio a sua extensão. É importante no entanto esclarecer de que se trata de uma actividade física, pelo que algum grau de preparação/condição física é necessário para uma experiência positiva.

Se nunca caminhou 20 km num dia, certamente irá ficar cansado e com algumas dores musculares, mas essa é um sensação que faz parte da experiência. Pessoas com mais idade, doença, problema físico ou muscular, deverão ter em conta as indicações do seu médico e o seu instinto, antes de partir numa destas caminhadas. Crianças com menos 12-14 anos, deverão ser acompanhadas pelos pais ou alguém responsável.

O Trilho dos Pescadores não é recomendado a quem tenha vertigens ou medo de alturas.

13. Há cuidados especiais a ter no Trilho dos Pescadores?

Sim. As arribas são sistemas em permanente processo de erosão, pelo que o seu pisoteio representa necessariamente perigo de queda. O Trilho dos Pescadores não é recomendado a pessoas com vertigens ou medo de alturas, e há que ter um cuidado redobrado com crianças, especialmente se forem pequenas ou particularmente agitadas.

O Trilho dos Pescadores não é ciclável, dado o piso de areia e a proximidade das falésias. Ou seja, além de impossível, é perigoso.

 

13.1 Pretendo realizar o Trilho dos Pescadores, mas tenho vertigens e medo das alturas. É realmente perigoso e não recomendado a pessoas como eu? Poderiam dizer-me quais são as partes mais complicadas? Há forma de contornar as zonas mais difíceis? É que não encontro fotos na net com os locais mais "perigosos" para avaliar a situação.

Todo o Trilho dos Pescadores não é recomendado a pessoas com vertigens ou medo de alturas, pelo que sugerimos que opte por percorrer o Caminho Histórico, na certeza de que o problema das vertigens não se colocará e terá igualmente uma experiência de caminhada reveladora da essência desta região costeira.

As fotografias não conseguem revelar os locais mais “perigosos”, uma vez que as vertigens se revelam no terreno e perante um variado leque de situações, conforme a pessoa. Uma coisa é certa, por cada etapa haverão sempre momentos que causam desconforto, retiram a confiança e tornam o que deveria ser um dia de prazer na natureza, num dia de aflição, na incerteza do próximo troço mais complicado.

De forma a evitar o seu desconforto vai sentir a tentação de se desviar do trilho, pisando a vegetação, subindo dunas e optando por outros caminhos, quando a marcação do percurso para além de visar a orientação dos caminhantes tem como objectivo estratégico ordenar o tráfego de pedestres e proteger do pisoteio descontrolado uma zona extremamente sensível e em pleno Parque Natural, criando uma alternativa única.

As consequências são portanto evidentes. A nossa sugestão é que opte pelo Caminho Histórico (sobretudo a sul de Odeceixe, onde a proximidade do mar é maior) e combine com algumas incursões ao litoral, visitando as praias e aldeias costeiras.

Siga este conselho.

14. Posso fazer a Rota Vicentina sozinho?

Esta é uma zona tranquila, no entanto recomendamos que caminhe sempre com pelo menos mais uma pessoa, sobretudo como forma de prevenção na eventualidade de quedas ou entorses.

De igual forma deve estar sempre alerta e informar a família, amigos ou o proprietário do seu alojamento acerca do seu itinerário, na eventualidade de algo suceder.

15. Qual o equipamento indicado para caminhar na Rota Vicentina?

Sempre que caminhar, opte por trazer roupa leve e confortável e uma mochila pequena para um dia de caminhada. Use sempre sapatos/ténis ou botas de caminhada já bem usados e ajustados ao seu pé, para evitar bolhas e dor nas articulações.  Não aconselhamos o uso de chinelos ou sandálias que não sejam próprias para caminhada, uma vez que não dão qualquer suporte no tornozelo, nem protecção de rochas, vegetação ou areia.

Em dias de chuva deverá trazer sempre consigo um impermeável e uma muda de roupa, no caso de se molhar. Um bastão de caminhada pode também ser útil, na medida em reduz o impacto da marcha nos joelhos e articulações e facilita subidas e descidas íngremes. A partir de Maio não se esqueça do fato de banho e de uma toalha pequena, há praias, barragens, lagos, pegos, poças e piscinas.

16. O que devo levar na mochila para um dia de caminhada?

Traga sempre chapéu, protector solar, água (1.5 L no mínimo) e mantimentos (fruta, sandes, doces) e um telefone para situações de emergência. Máquina fotográfica, bloco de notas, algum dinheiro, mapas, GPS e binóculos, são também úteis. Um kit de primeiros socorros com pensos, ligaduras, desinfectante, pé e joelho elástico é também importante trazer consigo. Faça um esforço para não carregar nada supérfluo, o peso da mochila é determinante para o conforto do caminhante, especialmente depois dos primeiros quilómetros.

17. É possível adquirir água e mantimentos ao longo do percurso?

O ideal será preparar-se antes da partida e levar consigo água e mantimentos para o dia de caminhada, uma vez que nem todas as etapas atravessam localidades com oferta de cafés e/ou mercearias.

No início e final de cada etapa, não terá problema em adquirir mantimentos, com excepção de Vale Seco, onde tem apenas um café. Consulte as páginas de etapa do percurso, para indicações exactas dos locais de abastecimento disponíveis em cada etapa.

18. Vou conseguir levantar dinheiro sem dificuldades?

Sim. Encontra máquinas multibanco em quase todas as localidades com início/final de etapa ao longo Rota Vicentina. As execpções são Vale Seco, Arrifana e Cabo de S. Vicente.